Ilustração corporativa mostrando empresários discutindo mudanças na reforma tributária com gráficos e documentos fiscais

A discussão sobre o sistema de tributos no Brasil sempre provocou expectativas, incertezas e polêmicas. Para o empresariado, entender o novo cenário é indispensável para tomar decisões sólidas até 2033. Nesse contexto, aprofundar-se nas mudanças, rupturas e transições propostas pela Reforma Tributária, principalmente considerando o papel de organizações que oferecem apoio personalizado, como o Grupo Controller, faz toda diferença para navegar esse caminho longo e, por vezes, turbulento.

O cenário tributário brasileiro: um breve panorama

Durante décadas, companhias brasileiras foram obrigadas a lidar com uma teia de tributos federais, estaduais e municipais, cada um com regras próprias, cobranças sobrepostas e perdas de tempo com burocracias quase kafkianas. Não por acaso, o Brasil figura entre os países onde mais se investe tempo para cumprir obrigações fiscais. Esse labirinto tributário consome recursos financeiros e humanos que poderiam ser usados para inovar, crescer ou, simplesmente, sobreviver.

Empresas nacionais têm que driblar uma verdadeira maratona de tributos para operar.

A expectativa da nova legislação é simplificar, modernizar e tornar o ambiente de negócios mais transparente. Mas o caminho entre o velho e o novo tem muitos detalhes. Antes de detalharmos os pontos, vale contextualizar por que a reforma ganhou tanta atenção e o papel ativo de consultorias como o Grupo Controller nesse processo.

Por que mudar? Os objetivos da reforma fiscal

A busca por um sistema mais enxuto e previsível serve aos interesses do país. Entre os principais objetivos desse redesenho, destacam-se:

  • Reduzir a cumulatividade (cobrança em cascata) dos tributos;
  • Diminuir a complexidade do cálculo e do cumprimento de obrigações acessórias;
  • Permitir que empresas tenham maior previsibilidade tributária;
  • Eliminar distorções no consumo e localização das operações;
  • Facilitar a tomada de crédito tributário ao longo das cadeias produtivas.

O pano de fundo envolve também a competitividade internacional e o desejo de impulsionar o ambiente de negócios, tornando o investimento no Brasil mais atrativo. Não basta simplificar: é preciso garantir justiça e transparência, dois conceitos que nem sempre caminham juntos, pelo menos na prática.

Resumo da reforma: principais mudanças aprovadas

O texto aprovado pela Câmara e Senado prevê uma série de mudanças profundas, afetando o cotidiano de empresas de todos os portes e segmentos.

Segundo informações do Senado, destaca-se a criação do IVA Dual, substituindo diversos tributos atuais, e a instituição do Imposto Seletivo sobre produtos e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Além disso, haverá uma longa transição, contemplando fases para adaptação até a extinção total de tributos como ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI prevista para 2033.

  • Criação do IVA Dual: CBS (federal) e IBS (estadual e municipal);
  • Fim de tributos atuais: PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS;
  • Imposto Seletivo: sobre bens e serviços considerados nocivos;
  • Regimes diferenciados: para setores como educação, saúde, transporte público, agropecuária e pequenas empresas;
  • Cobrança no destino: com aumento da importância da localização do consumo;
  • Transição gradual: entre 2027 e 2033.

O conceito de IVA dual e seu impacto nas empresas

O coração da nova matriz de tributos está no IVA dual, sigla para Imposto sobre Valor Agregado, criado nos moldes do que se encontra em muitos mercados da OCDE, mas com um toque brasileiro. Serão dois IVAs distintos: um federal (CBS) e um compartilhado entre estados e municípios (IBS).

Cálculo mais simples, mas detalhes podem pegar o empresário de surpresa.

Na prática, substituem cinco tributos. Seu funcionamento será pelo crédito de imposto embutido nas etapas da cadeia. Ou seja, as empresas pagam tributos apenas sobre o “valor agregado” à mercadoria ou serviço, aproveitando créditos das etapas anteriores.

Na teoria parece tão linear. Mas, como toda mudança, há ajustes e verificações, caso a caso. Por exemplo: uma indústria que vende para outra empresa pode ver mais clareza na tomada de créditos, enquanto um comerciante varejista talvez leve um tempo para se habituar ao novo estágio da própria margem tributária.

A CBS e o IBS de forma separada

A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) terá fiscalização e arrecadação centralizadas na União. Já o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) será compartilhado entre estados e municípios, cada qual participando sobre sua fatia de receita conforme o destino final do consumo. Essa divisão traz segurança jurídica, porém requer sistemas de informação robustos.

Separar a cobrança evita disputas, mas obriga atenção dobrada na apuração.

Alíquota-padrão e teto para o IVA Dual

Outra novidade é a estipulação de uma alíquota-padrão, que, conforme aprovado, não poderá exceder 26,5%. Caso a média calculada até 2033 ultrapasse esse valor, o governo deve ajustar e propor revisões para evitar alta de tributos sobre o consumo.

Na prática, o Grupo Controller já desenvolve simulações e cenários para empresas dos mais diversos segmentos, possibilitando previsibilidade. Assim, o empresário consegue antecipar medidas estratégicas e não ficar à mercê de surpresas com a tributação repaginada.

Transição para a tributação no destino: novos desafios de gestão

Uma das grandes mudanças é a transição para tributação no destino. Ou seja, a fatia estadual e municipal do imposto será devida onde a mercadoria ou serviço é consumido, e não mais na origem (local de produção ou venda). Esse mecanismo busca equalizar receitas regionais e evitar a “guerra fiscal”.

Para empresas com atuação interestadual, a mudança é sensível. Cadeias logísticas precisam ser revistas, sistemas adaptados e contratos reescritos.

  • Indústrias terão de revisar onde concentram suas operações;
  • Comércios poderão migrar centros de distribuição para locais de melhor acesso logístico, e não apenas maiores benefícios tributários;
  • Em serviços, especialistas esperam maior disputa pelos consumidores e necessidade de detalhar as operações para garantir correta tributação.

O Grupo Controller já está conduzindo treinamentos e consultoria para clientes que desejam fechar brechas e alinhar o compliance fiscal à nova lógica da “tributação na ponta”. É importante lembrar que as mudanças são graduais, e o conhecimento antecipado reduz riscos e evita penalidades.

Simplificação tributária: mito ou realidade?

O discurso oficial enfatiza a simplificação. Unificar tributos, esclarecer bases de cálculo e centralizar obrigações pode, sim, representar menos burocracia.

Simplificar é o caminho, mas o detalhe faz toda diferença.

Na prática, a experiência internacional mostra que transições exigem investimento em tecnologia, parametrização dos processos e treinamento das equipes. Cada empresa sente a transformação de modo diferente, dependendo de tamanho, setor, regime jurídico e atividades desenvolvidas.

No cotidiano, simplificar a tomada de crédito e consolidar obrigações acessórias pode economizar tempo. Porém, durante a transição, o acúmulo de regras antigas com as novas pode aumentar o retrabalho temporariamente.

  • O cálculo “por fora” promete mais transparência sobre o valor dos tributos incidentes;
  • Créditos do IVA passam a ser mais previsíveis e rastreáveis;
  • Processos internos, antes separados por tributo, migrarão para controles integrados.

Esse é um aspecto importante: a simplificação total demorará para se fazer sentir. Consultorias especializadas têm papel fundamental para garantir o alinhamento entre obrigações antigas e novas, reduzindo impactos negativos.

Novas regras para créditos tributários e o impacto na rotina das empresas

Um dos pilares para estimular cadeias produtivas é a universalização e clareza do crédito tributário. Atualmente, empresas enfrentam limitações, dúvidas e acúmulo de créditos não aproveitados, sobretudo no regime de ICMS. Com o IBS e a CBS, espera-se universalização.

Mais crédito em cada etapa. Menos perdas e maior rastreabilidade.

O novo sistema prevê que, para cada compra de insumos, bens e serviços, o crédito poderá ser utilizado para abater o imposto devido nas vendas. Isso traz ganhos consideráveis de fluxo de caixa, e obriga ajuste nas rotinas contábeis e fiscais.

Por exemplo:

  • Indústrias poderão tomar crédito de todas as etapas, inclusive de ativos fixos, energia elétrica e serviços contratados;
  • Comércios se beneficiam ao eliminar restrições anteriores e tornar o crédito uniforme em suas operações;
  • Prestadores de serviço podem ampliar o controle e ter melhor competitividade ao adquirir insumos.

No entanto, para aproveitar os créditos integralmente, é preciso bom controle, parametrização das notas fiscais eletrônicas e compatibilidade entre sistemas de emissão e escrituração. Aqui, a atuação do Grupo Controller tem se mostrado estratégica: usamos ferramentas que integram, conciliam e monitoram possíveis créditos para clientes, evitando que recursos fiquem “parados” no balanço por falhas de informação.

O desafio: migrar todos esses controles, parametrizações e regras, preservando históricos e evitando erros na fase de transição.

Regimes diferenciados: quem se enquadra, quais cautelas e oportunidades

Para setores considerados socialmente estratégicos, o texto prevê regimes diferenciados, seja em relação à alíquota reduzida, seja em isenções, seja no diferimento de tributos. Educação, saúde, transporte público, agricultura e pequenas empresas serão contempladas.

  • Educação e saúde: previsão de alíquotas reduzidas para amenizar impacto no preço final ao cidadão;
  • Transporte coletivo: estímulo à mobilidade urbana, com desoneração parcial ou total para o usuário final;
  • Agronegócio: manutenção de regimes simplificados para áreas rurais, inclusive cooperativas e exportações;
  • Pequenas empresas: regime específico, mais próximo do Simples Nacional;
  • Zona Franca de Manaus: regras próprias para preservar competitividade local;
  • Imóveis residenciais: isenção de imposto do IBS para unidades populares.

Importante: cada regime exige análise detalhada dos requisitos, regras de transição e documentos comprobatórios. Competidores até oferecem simulações, mas organizações com a expertise do Grupo Controller entregam mais: orientação tributária focada no negócio, integrada com planejamento de futuro e mapeamento de oportunidades específicas.

Cautelas nos regimes especiais

Configurar, adequar controles e monitorar permanentemente o enquadramento é fundamental para evitar autuações. Mudanças nas regras do jogo costumam gerar dúvidas, e pequenas distrações custam caro.

Nossa recomendação é que todo ajuste seja documentado e validado por profissionais com vivência no tema. Interpretar equivocadamente uma regra transitória pode gerar cobranças retroativas, multas e até perda de benefícios fiscais.

O papel do Imposto Seletivo: riscos e oportunidades

Além do IVA Dual, a reforma cria o Imposto Seletivo, cobrado sobre produtos e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente: cigarros, bebidas alcoólicas, combustíveis fósseis, entre outros.

Tributar o que faz mal, aliviar o resto. O debate é antigo e persiste.

A ideia é desestimular o consumo de itens nocivos e corrigir externalidades negativas desses mercados. Empresas desses setores verão o peso tributário aumentar. Mas há nuances:

  • Para indústrias: prever efeito no mix de produtos e elaboração de campanhas;
  • No comércio: identificar possíveis impactos de preço e volume em categorias específicas;
  • Em serviços: transportadoras de combustíveis, por exemplo, projetar ajustes de margens e negociações.

Produtos industriais sujeitos ao imposto seletivo exibidos em ilustração Empresas que pretendem lançar novos itens ou expandir atuação precisam mensurar o impacto do imposto seletivo na formação do preço e rentabilidade. Novos controles internos serão necessários e, certamente, simuladores desenvolvidos por consultorias, como o Grupo Controller, podem antecipar riscos financeiros.

Cálculo “por fora”: mais transparência, novos detalhes

Um ponto relevante é a mudança do cálculo “por dentro” para “por fora”. Antes, o tributo compunha a base de cálculo do próprio imposto. Com o novo modelo, ele é destacado no preço, tornando os valores mais transparentes para cliente e empresa.

Na teoria parece apenas uma mudança na nota fiscal, mas a transição exige:

  • Atualização sistêmica dos parâmetros dos preços de venda;
  • Revisão de contratos comerciais e tabelas de preços;
  • Adequação do controle fiscal à nova apresentação dos tributos.
O cliente verá, diretamente, quanto paga de imposto. Isso mexe com estratégias de preço.

Para empresas, preparar-se é tarefa imediata: programar sistemas, treinar equipes, revisar contratos e ajustar a precificação. No Grupo Controller, já iniciamos projetos-piloto para nossos clientes testarem cenários e corrigirem potenciais gargalos antes do novo sistema entrar em vigor.

Obrigações acessórias: elas realmente vão diminuir?

Tradicionalmente, um dos maiores pesadelos das companhias brasileiras é o número impressionante de obrigações acessórias. Guias de recolhimento, SPEDs, DCTFs, EFDs – a lista parece nunca terminar.

A reforma propõe um único documento fiscal eletrônico para CBS e IBS, além da centralização da escrituração, prometendo mais objetividade. No entanto, durante a fase de transição, coexistirão obrigações antigas e exigências novas. Isso pode gerar confusão e sobrecarga temporária.

A experiência do Grupo Controller em gestão fiscal e implementação de sistemas de ERP é diferencial: acompanhamos portfólio de seus cadastros para cada etapa, criando cronogramas específicos para treinar e adaptar as equipes dos clientes ao novo ambiente fiscal. Apostar só em tecnologia não basta: conhecimento técnico e capacidade de interpretar a lei são a chave para não tropeçar nesse ponto.

Transição até 2033: como se preparar, caso a caso

A transição, prevista para ocorrer gradativamente até 2033, tem três fases principais:

  1. 2026: início da CBS e redução, de forma parcial, dos tributos que serão extintos;
  2. 2027–2032: convívio entre novo e antigo sistema, com divisão proporcional dos tributos;
  3. 2033: extinção definitiva dos tributos substituídos e plena aplicação do novo sistema.

O cronograma traz desafios singulares para cada negócio. Indústrias precisarão coordenar estoques e contratos de longo prazo. Comércios devem preparar sistemas para conviver, por anos, com as duas legislações. Empresas prestadoras de serviço podem ter que rever estratégias de expansão e regionalização.

A elaboração de um diagnóstico tributário, como o que o Grupo Controller oferece (diagnóstico tributário), tornou-se valiosa ferramenta para dimensionar impactos e definir prioridades. Recomendamos as seguintes ações práticas:

  • Criar comissões internas para acompanhar a reforma e treinamentos frequentes;
  • Identificar quais operações são afetadas em cada etapa de transição;
  • Contratar ou fortalecer consultoria especializada para esclarecimento de dúvidas;
  • Rever contratos com fornecedores e clientes prevendo ajustes fiscais;
  • Monitorar publicações oficiais e atualizações técnicas diariamente;
  • Simular bases de cálculo sob ambas regras e iniciar testes;
  • Adquirir ou atualizar sistemas de gestão preparados para o novo layout fiscal.
A transição é inevitável. O preparo faz toda diferença para não perder competitividade.

Exemplos práticos: indústria, comércio e serviços

Para ilustrar como as mudanças afetam diferentes setores, vejamos alguns cenários práticos:

Indústria

Uma fábrica de autopeças que compra insumos em três estados e vende para concessionárias em oito estados distintos experimentará novos desafios e vantagens:

  • Ampliação do aproveitamento de créditos de insumos e energia;
  • Necessidade de atualizar contratos interestaduais para refletir a tributação no destino;
  • Implementação de novos sistemas eletrônicos para apuração da CBS e IBS;
  • Monitoramento de produtos sujeitos ao imposto seletivo (como catalisadores ou solventes);
  • Adaptação dos estoques para transição sem acúmulo de créditos não aproveitáveis.

Comércio

Uma rede varejista verá a simplificação das obrigações, mas, antes, enfrentará trabalho duplo:

  • Atualização do preço nota a nota, com cálculo “por fora” detalhado;
  • Controle das operações submetidas a alíquotas diferenciadas (por exemplo, supermercados comercializando produtos de cesta básica ao lado de bebidas alcoólicas sujeitas à tributação adicional);
  • Ajuste dos sistemas de frente de caixa para exibir ao consumidor as discriminações do imposto;
  • Acompanhamento de créditos em cada loja, prevenindo conflitos entre legislações preexistentes e futuras.

Serviços

Uma empresa de tecnologia prestando serviços em estados diferentes terá particularidades:

  • Recalcular valores de IBS a depender da localidade do tomador;
  • Monitorar possíveis créditos na aquisição de plataformas digitais e ativos imobilizados;
  • Simular impactos de regimes especiais (eventualmente para inovação tecnológica ou exportações);
  • Treinar a equipe para fiscalizar obrigações acessórias, que coexistirão por anos antes da plena vigência do novo modelo.

O papel das consultorias empresariais

Em todas essas situações, a escolha por uma consultoria experiente é determinante. Se os concorrentes investem em tecnologia de ponta, o Grupo Controller alia expertise técnica com atendimento próximo e compreensão real do contexto de cada companhia. Isso é o que diferencia um suporte personalizado da mera venda de soluções padronizadas.

Consultores auxiliando empresários em reunião de planejamento tributário Competidores podem oferecer plataformas digitais, mas a proximidade e experiência comprovada dão ao Grupo Controller a maior taxa de retenção e satisfação dos clientes durante mudanças legislativas.

Pontos de atenção: riscos ocultos na reforma

Se a promessa é desburocratizar, os riscos também existem. Entre os pontos mais sensíveis e que merecem olhar atento, destacam-se:

  • Riscos de dupla tributação durante a transição, especialmente em operações interestaduais e de serviços;
  • Possibilidade de “venda casada” de soluções e softwares, nem sempre adequados ao porte da empresa;
  • Penalidades decorrentes de erros de enquadramento em regimes especiais;
  • Gargalos de informação e lentidão nos órgãos técnicos estaduais e municipais na interpretação de normas;
  • Necessidade de treinamento permanente dos times internos frente às atualizações quase mensais dos regramentos auxiliares.
Detalhe esquecido hoje pode custar caro amanhã.

Por isso, sempre sugerimos apostar no planejamento tributário detalhado e revisões periódicas, considerando as reais operações da companhia, e não apenas modelos teóricos ou simulações genéricas.

Preparo contínuo: atualização legislativa e treinamentos

A modernização exige atualização permanente. O ambiente regulatório tende a passar por aperfeiçoamentos, e as empresas devem criar mecanismos para acompanhar tudo em tempo real.

O Grupo Controller, por exemplo, oferece cursos, treinamentos e workshops, com formação específica para cada segmento. Isso, aliado ao monitoramento diário das normas e à atualização junto aos órgãos oficiais, garante que os clientes não fiquem defasados.

Vale lembrar: parceiros estratégicos, como contadores e advogados tributaristas, devem ser incluídos nas discussões internas para aprovação de políticas e protocolos.

Papel das instituições públicas e privadas na implementação

A implantação bem-sucedida depende do engajamento de todas as partes: União, estados, municípios, entidades reguladoras e setor privado. A interlocução será mais que nunca necessária para evitar zonas cinzentas e garantir respostas rápidas no esclarecimento de dúvidas.

Neste ponto, iniciativas do setor privado, como fóruns de discussão, grupos de trabalho e publicações especializadas, ganham relevância. O próprio site do Grupo Controller traz conteúdos atualizados, análises e simuladores, sendo referência em informação confiável para o empresariado.

Informação de qualidade é o melhor antídoto para a insegurança jurídica.

Não deixe de consultar páginas e portais especializados, tanto no setor público quanto privado, para acompanhar normas, pareceres e exemplos de aplicação prática. Uma sugestão de leitura complementar é a sessão especial sobre a Reforma Tributária, reunindo tudo o que há de relevante para gestores e diretores.

Impactos esperados no ambiente de negócios

O sucesso da reforma depende não apenas da boa intenção dos legisladores, mas da capacidade das empresas em se adaptar e do diálogo constante com o poder público.

Espera-se, ainda que aos poucos, ambiente mais transparente, menos litigioso e com custos reduzidos para quem faz a lição de casa. Por outro lado, quem subestimar a complexidade da transição pode experimentar aumento de custos operacionais, impactos negativos na precificação e conflitos judiciais por interpretações dúbias.

O papel das consultorias faz toda a diferença. Enquanto alguns concorrentes apostam apenas em sistemas automatizados, o Grupo Controller mantém a tradição de caminhar lado a lado, integrando pessoas, tecnologia e conhecimento da legislação para entregar mais que conformidade: entregamos vantagem estratégica.

Dicas práticas para atravessar a transição

  • Atenção redobrada à correta classificação fiscal de mercadorias e serviços;
  • Documentação precisa, evite improvisos nos lançamentos;
  • Mantenha diálogo permanente com fornecedores, clientes e parceiros, alinhando expectativas e datas de migração;
  • Invista em tecnologia, mas não dispense capacitação em legislação;
  • Busque informações em fontes confiáveis e atualizadas, como o hub de conteúdos sobre a reforma do Grupo Controller;
  • Antecipe análises de créditos tributários, mapeando possíveis aproveitamentos e perdas;
  • Planeje revisões mensais durante o período de convívio duplo de sistemas.
Antecipar faz a diferença entre perder e ganhar mercado.

Recomendação final: prevenção como melhor estratégia

Não há espaço para improviso durante a transição. Organizações que antecipam o preparo, simulam cenários e ajustam controles saem na frente. Colocar-se na vanguarda nesse momento é assumir protagonismo, e empresas que contam com suporte especializado agregam valor não apenas ao processo, mas constróem uma reputação de responsabilidade e confiabilidade.

Intensifique treinamentos, mantenha registros organizados e cultive bom relacionamento com órgãos públicos e fornecedores. O trabalho colaborativo será o diferencial para empresas de todos os tamanhos.

Referências e conteúdos complementares

Para aprofundar conhecimentos e sanar dúvidas específicas, recomendamos acesso aos seguintes links oficiais e especializados:

Para dúvidas específicas, clientes do Grupo Controller contam com um canal direto com especialistas, que traduzem as normas em ação concreta, sempre pensando na sustentabilidade e crescimento do seu negócio.

Conclusão

A reforma tributária marca um divisor de águas para o ambiente empresarial brasileiro. Há promessas de simplificação, redução de distorções e um novo horizonte para o crescimento de negócios. Ao mesmo tempo, o volume de mudanças e o tempo de transição impõem desafios inéditos para quem atua de modo profissional.

Investir em preparo antecipado, com apoio de consultores especializados, evita custos surpresa e coloca a companhia em situação de vantagem frente aos concorrentes mais reativos. O Grupo Controller oferece soluções integradas para todos os perfis de empresas, combinando atendimento consultivo com tecnologia de ponta e constante atualização regulatória.

Quer segurança para atravessar este momento transformador da economia? Agende uma conversa com um de nossos consultores ou conheça nossos conteúdos exclusivos sobre planejamento, compliance e oportunidades em nós do Grupo Controller. Escolha informação qualificada e transforme a transição em oportunidade!

Perguntas frequentes sobre a reforma tributária

O que muda para empresas com a Reforma Tributária?

A principal mudança envolve a substituição de cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por dois impostos do tipo IVA (CBS e IBS). Isso redunda em base de cálculo mais unificada, crédito tributário ampliado e cálculos feitos “por fora”, com mais transparência. Além disso, há novos regimes especiais para setores como saúde, educação e transporte coletivo, além do imposto seletivo para produtos considerados prejudiciais. Empresas precisarão adaptar sistemas, controles e contratos durante a transição.

Como a Reforma Tributária afeta meus impostos?

A reforma prevê um teto de alíquota para o IVA dual (CBS + IBS) de até 26,5%. Sua empresa pode pagar alíquotas diferentes a depender do setor e do regime específico, e os créditos tributários ficarão mais universais. O imposto será destacado “por fora” do preço, e pode haver aumento ou diminuição da carga a depender do perfil de produtos ou serviços oferecidos. Setores que eram beneficiados por regimes específicos devem refazer simulações e ajustar políticas internas.

Quais os principais desafios da reforma fiscal?

O maior desafio está na transição. Por cerca de seis anos, as empresas terão de operar sob dois sistemas: antigos tributos e o novo modelo, exigindo controles simultâneos. Há ainda o risco de interpretações divergentes, adaptações técnicas nos sistemas, necessidade de treinamento das equipes e acompanhamento constante das normas auxiliares. O controle detalhado de créditos e a correta aplicação dos regimes especiais são pontos de atenção para evitar perdas financeiras e sanções.

Vale a pena planejar-se para a reforma tributária?

Sim, planejar-se é quase obrigatório para quem deseja evitar custos desnecessários, penalidades e perda de mercado durante a transição. Antecipar cenários, revisar contratos, preparar sistemas e treinar profissionais evita surpresas e posiciona a empresa de forma competitiva. Consultorias com experiência reconhecida, como o Grupo Controller, podem mapear riscos e oportunidades personalizados, aumentando sua segurança no processo.

Quando a nova legislação tributária entra em vigor?

O início da aplicação ocorre em fases: a CBS entra em vigor em 2026; entre 2027 e 2032, antigos e novos tributos coexistirão; em 2033, a transição se encerra, com extinção dos tributos anteriores e aplicação plena da CBS, IBS e Imposto Seletivo. Recomenda-se às empresas que já comecem a planejar adaptações, simulações e diagnósticos para não serem pegas de surpresa ao longo dessas etapas.

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Christian Alekson

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